Um nevoeiro cerrado dificultou o percurso de Castro Laboreiro ao Cando e quem sofreu foi o carro de buraco em buraco.
Enquanto celebrava pude ver o nascer do sol e lembrei-me dos primeiros cristãos que ficavam a noite de Páscoa em vígilia e celebravam a Eucaristia ao nascer do sol, ao cantar do galo.
A capela cheia de gente acordada ouvia e celebrava com atenção.
Finda a celebração voltei a Castro ... o nevoeiro levantava-se, o orvalho derretia e por entre a neblina e o sol comiam os cavalos e os potros, as vacas e os bezerros e voavam lindos pombos bravos cheios de omponência. Assim amanheceu no Cando.
Sem comentários:
Enviar um comentário